29 de dez. de 2010

Por que não se deve utilizar dois ou mais antivírus?

É comum ouvir pessoas dizendo “estou com dois antivírus instalados lá em casa e mesmo assim meu computador foi contaminado”. Infelizmente a quantidade de antivírus não determina o nível de proteção de um computador. Na grande maioria das vezes, o resultado surtido é inverso do pretendido: ao invés de proteger mais o computador, este fica ainda mais vulnerável. Mas por que isso acontece?

Primeiramente devemos ressaltar que estamos tratando exclusivamente de softwares antivírus, tais como Avast!, Norton AntiVirus e Kaspersky Anti-Virus. Aplicativos destinados ao combate de spywares, adwares, entre outras pragas, costumam servir de ótimos complementos para os primeiros.

Utilizar mais de um software antivírus não é necessariamente um problema, mas sempre será medida ineficaz no combate aos vírus. Na melhor das hipóteses, pode ocorrer de um aplicativo deixar algumas ameaças passarem batidas e o outro interceptá-las — isso é raro, mas pode acontecer. Sendo assim, seu computador estará um pouco mais protegido, já que teoricamente um antivírus está complementando o outro. Mas agora veja os pontos críticos desta prática:


Consumo de recursos do sistema

Para manter seu computador protegido em tempo real, os softwares antivírus iniciam serviços em segundo plano automaticamente com o Windows. Comumente, eles são responsáveis pelo consumo de uma parcela generosa de recursos — memória e processamento. Se mais de um software antivírus estiver em execução, mais serviços estarão trabalhando em segundo plano e sua máquina terá o desempenho notavelmente afetado.

Incompatibilidade entre aplicativos


Uma situação comum no uso de dois ou mais softwares antivírus no computador é o desentendimento entre ambos os aplicativos. Isso acontece porque cada desenvolvedor projeta seus programas para trabalharem de maneiras diferentes.

Sendo assim, é comum ver softwares antivírus detectando ameaças colocadas em quarentena pelo outro e vice-versa.

Outro fato que costuma ocorrer é o ato da interceptação de uma ameaça em que os dois softwares a detectam. Como ambas as ferramentas bloqueiam o arquivo malicioso, por vezes torna-se impossível removê-lo. Um impossibilita a ação do outro.

Devido a esses problemas, muitos softwares hoje trazem mecanismos em seus instaladores que detectam a presença de outros aplicativos conflitantes, impossibilitando a instalação até que o(s) outro(s) softwares sejam desinstalados da máquina.

Em suma: as chances de você ter a proteção da sua máquina prejudicada são muito maiores do que tê-la aprimorada. O interessante mesmo é combinar aplicativos que se complementam, que desempenhem funções específicas. E o mais importante: utilizar o computador com cautela, procurar navegar em sites confiáveis e manter seus programas sempre atualizados.

Matéria cedida por: Baixaki

Game do wikileaks.

Neste jogo você terá que roubar informações do gabinete do presidente Obama, mas sem ser descoberto. Na hora que o presidente tirar uma soneca, copie as informações.


Via Jogos

Processador de mil núcleos pode deixar o computador 20x mais veloz

Protótipo foi desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Glasgow e pode processar até 5 GB de informações por segundo, aproximadamente 20 vezes mais do que um processador comum.





Enquanto a maior parte de nós ficaria feliz com um computador com processador de quatro núcleos, pesquisadores da Universidade de Glasgow, liderados pelo Dr. Wim Vanderbauwhede, foram muito além e criaram um protótipo de processador com nada menos do que 1 mil núcleos! Segundo eles, o chip poderia aumentar a velocidade de um computador comum em até 20 vezes, processando até 5 GB de informação por segundo.

Processadores com mais que um núcleo (bastante comuns hoje em dia) aparentam para o seu computador como se fossem múltiplos processadores, podendo – cada núcleo – realizar várias atividades ao mesmo tempo. Teoricamente, seria possível construir processadores com quantos núcleos fossem desejados, bastando apenas dispor de espaço e material.

Com esse pensamento em mente, os idealizadores da pesquisa buscaram alternativas para um número cada vez maior de núcleos e chegaram até um chip chamado Field Programmable Gate Array (FPGA), que pode ser programado em quantos circuitos separados você quiser. O problema deste tipo de chip é que ele não é tão simples assim de ser programado, o que consome muito tempo para conseguir dividi-lo em um grande número de núcleos.

Outro problema, que está sendo na verdade o maior desafio dos programadores, é que os programas atuais não estão prontos para serem “quebrados” em tantas partes. Para que um processador de 1 mil núcleos seja possível e se torne, efetivamente, uma grande novidade, os pesquisadores precisam encontrar uma solução que consiga driblar essa limitação.

A boa notícia é que a Intel, gigante no setor, também está atrás dessas mesmas soluções. Quem sabe a união do protótipo construído pelos pesquisadores de Glasgow com os estudos da Intel sobre o assunto não poderá acelerar a descoberta de uma resposta para esses problemas?

Matéria cedida por: Baixaki

Museu Smithsonian: Comprehensive Virtual Tour

"Passeie pelos corredores do Museu Smithsonian, um dos maiores do mundo!"


Que tal passear pelos corredores de um dos museus com o maior acervo de obras de todo o planeta? Calma, não será preciso preparar seu passaporte, comprar a passagem e voar para a cidade de Washington, capital dos Estados Unidos, para que você conheça em detalhes o Museu de História Natural Smithsonian.

Mantido pelo Instituto Smithsoniano, a instituição, que hoje é ligada ao governo norte-americano, cuida de um patrimônio que compreende 19 museus e 7 centros de pesquisa, totalizando mais de 142 milhões de itens cadastrados em seu acervo.


Se você quer conhecer uma pequena parcela dessa história, já pode fazer isso online, graças ao sistema de visita virtual disponibilizado no site oficial do museu. A exemplo do aplicativo utilizado para que o usuário possa visitar a Capela Sistina, a visita ao Smithsonian pode ser feita a diversas salas e seções.

Caminhando pela história


O Museu Smithsonian é uma área imensa e seria praticamente impossível cobrir toda o perímetro de exposições em um único aplicativo online. Se você gosta de cinema, já deve conhecer parte do cenário, já que ele foi retratado em diversos filmes, em especial na comédia “Uma Noite no Museu”, em que muitos objetos expostos ganham vida.


O aplicativo está disponível em Flash e é completamente online. Para acessá-lo, basta clicar no link acima e aguardar o carregamento. Você pode não só passear de uma sala para outra como também se aproximar dos objetos expostos, inclusive podendo ler as inscrições de alguns cartazes.

Um dos maiores destaques entre as salas principais é a que abriga os fósseis de dinossauros. Além disso, o museu conta com exposições sobre a vida animal marinha, objetos do período pré-histórico, itens que marcaram a formação do território norte-americano e elementos raros que ajudaram a construir a história universal.

Embora o tempo de carregamento inicial seja demasiado – certifique-se de ter uma conexão ADSL para acessar, caso contrário você terá que aguardar por um bom tempo até que as páginas carreguem por completo –, a execução do aplicativo é satisfatória e o sistema é de simples operação.


Mapa para você não se perder

Além da visita convencional, cada uma das páginas exibe a opção de mapa no canto superior direito da tela. Ao clicar sobre a opção “map” são exibidas todas as localidades disponíveis no passeio virtual bem como são marcadas aquelas que você já visitou.

Caso você esteja cansado e não queira “andar” por todo museu, basta clicar nobre o ponto azul referente à sala que deseja visitar para ser direcionado diretamente para lá. No total estão disponíveis para visitação três andares de exposições.

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Matéria cedida por: Baixaki

Bracelete tecnológico une beleza e futurismo

Joia conceitual pode ser utilizada para mostrar textos, imagens ou reproduzir músicas diretamente dos pulsos.




Biju Neyyan é um designer indiano com várias ideias inovadoras. A que mais está arrancando suspiros dos entusiastas tecnológicos é o eJOUX, uma joia digital que pode ser utilizada como bracelete ou gargantilha. O aparelho (ainda conceitual) possui visores e saídas de som, podendo exibir mensagens de texto e também algumas imagens, além de músicas e seus espectrogramas.

Imaginado com tela OLED, o eJOUX é flexível o bastante para que possa ser utilizado no braço ou pescoço sem quebrar ou danificar a tela. Para transferir os dados de um computador para ele, só é preciso conectar os dispositivos por meio do Bluetooth integrado. Como já dissemos, o produto é ainda conceitual e não pode ser encontrado em lojas.

Matéria cedida por: Baixaki

Visite a Capela Sistina pela internet.

"Faça um tour virtual por este monumento histórico da Itália!"


A Capela Sistina localiza-se na Cidade do Vaticano. Foi construída no final do século XV, quando Florença, na Itália, era o centro das artes e vários artistas de expressão surgiram ali. Para sua construção, o então papa Sisto IV reuniu os principais artistas da época. As paredes laterais da capela são decoradas com afrescos de Botticelli, Rosselli, Signorelli, Ghirlandaio e Perugino.

O teto e a parede do altar da capela foram pintados posteriormente, no século XVI, por Michelangelo, que recebeu a tarefa do papa Júlio II. A capela é um dos pontos turísticos mais importantes da Itália, um patrimônio histórico que carrega em si um dos momentos mais importantes da história da arte.

Agora é possível conhecer e admirar cada canto da Capela Sistina sem precisar sair de casa. O Vaticano disponibilizou uma viagem em flash tridimensional para que você tenha o gostinho de visitar online este monumento e suas principais obras.



Percorrer a capela é muito simples, bastando movimentar-se com o mouse. No canto inferior esquerdo há três ícones para ajudá-lo. O primeiro (+) e o segundo (-) permitem que você dê zoom na imagem para fazer uma análise mais detalhada, ou um zoom out para observar o local todo.

O terceiro ícone altera o modo de movimentação dentro da capela. No primeiro modo de utilização deste, é possível clicar com o mouse e arrastar para o lado que deseja, permitindo uma movimentação mais precisa. Clicando novamente sobre “M”, você pode alterar para uma movimentação mais solta e rápida.

Ao acessar o site, você inicia a visita de frente para o altar, onde está a obra O Juízo Final, de Michelangelo. Ela levou cerca de sete anos para ficar pronta. Suas figuras humanas bem definidas são fruto da formação principal do artista como escultor. No centro da imagem está Jesus Cristo e ela também traz referências ao Inferno de Dante Alighieri, do livro A Divina Comédia.



O teto da Capela Sistina traz uma obra grande e complexa, que levou cerca de quatro anos para ser finalizada por Michelangelo. No centro está A Criação de Adão, uma das obras de arte mais conhecidas e difundidas no mundo. Nela, Deus dá a Adão o primeiro sopro de vida. Reproduções, recriações e novas interpretações dela são feitas até os dias de hoje.



A reprodução das imagens é tão fiel que mesmo as partes da capela que não foram reformadas aparecem na imagem. A Capela Sistina ficou mais de dez anos fechada por conta de restaurações que tinham o objetivo de resgatar as cores originais pintadas por Michelangelo.

No entanto, algumas partes da capela foram mantidas, para que o público veja a diferença entre as paredes e cores. No canto superior direito da obra O Juízo Final, podemos observar um quadrado escuro que serve como amostra do “antes e depois” da restauração.



Uma viagem para a Itália não é dos investimentos mais baratos, mas todos nós temos direito a conhecer e se deslumbrar com um dos lugares mais importantes para a história da arte e a fé católica. Por essa razão a digitalização feita pelo Vaticano, que permite amplo acesso à Capela Sistina e observação de suas obras, é fundamental para difusão de conhecimento. Então, acesse o site e boa viagem!

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Matéria cedida por: Baixaki

Avanços de engenharia permitem a criação de discos óticos com 5 dimensões

Conheça a nova tecnologia que promete armazenar até 10 Terabytes em um só disco.

Quem pensa em economizar dinheiro para daqui a dois ou três anos comprar um aparelho capaz de reproduzir discos em Blu-ray já pode começar a rever seus planos. Não que o formato vá desaparecer ou o número de lançamentos diminuir, muito pelo contrário. O que pode tornar a ideia não muito atraente são novos formatos de mídia, que prometem uma capacidade ainda maior de armazenamento, tudo isso graças aos avanços no campo da nanotecnologia.



Nanotecnologia

A nanotecnologia se baseia na utilização de componentes em escala molecular, invisíveis ao olho nu. A utilização de componentes microscópicos permite a criação de dispositivos extremamente complexos, que tem como vantagem ocupar pouco espaço ao mesmo tempo em que economiza energia. Os campos de uso dessa tecnologia são bastante diversos, podendo ser aplicada tanto nas construções de componentes para aparelhos convencionais, como videogames e computadores, quanto no campo da medicina ou na criação de materiais totalmente novos em escala nano. Mais detalhes sobre essa tecnologia podem ser encontrados no artigo “O que é nanotecnologia?”.

As tecnologias de gravação atuais.

Atualmente, embora o Blu-ray possa ser considerado uma tecnologia de ponta, ainda sofre da mesma limitação que os CDs e DVDs convencionais: só é possível gravar e ler dados gravados em duas dimensões. Para aumentar a capacidade de dados suportados, existem tanto técnicas que aumentam a superfície disponível (os chamados discos de camada dupla) quanto aquelas que simulam uma terceira dimensão. Assim, o método utilizado no que pode ser considerada a tecnologia de ponta não representa realmente uma revolução no que diz respeito às técnicas de gravação e leitura, mas sim o aprimoramento de um conhecimento utilizado há um bom tempo.

Os formatos mais populares atualmente (CDs, DVDs e Blu-rays) utilizam o método de gravação linear, em que cada ponto do disco é capaz de registrar somente um único bit de informação. O que vai mudar entre as diferentes tecnologias é o aproveitamento do espaço na superfície do disco. Como a superfície de um disco é limitada, o número de dados que podem ser inseridos utilizando a tecnologia atual já está muito próximo do limite.

Gravando dados em 3 dimensões.

O sistema de discos holográficos (HVD, ou Holographic Versatile Disc) dá um passo à frente em relação à tecnologia atual, possibilitando a gravação de dados em três dimensões. Para isso, são utilizados dois feixes de luz diferentes: Um deles, similar à técnica atual, é responsável pela localização pontual dos dados na superfície do disco, enquanto um segundo feixe inclinado é responsável por produzir uma imagem holográfica. O material utilizado nestes discos é diferente daquele utilizado em CDs e DVDs, possibilitando a leitura da interferência luminosa causada pela convergência dos feixes de luz utilizados.

Esta técnica de gravação representa uma grande evolução no que diz respeito ao armazenamento de dados. Ao contrário das mídias convencionais, é possível imprimir até 60.000 bits de informação em um único pulso luminoso utilizando o HDV. Isto resulta capacidade de armazenamento de no mínimo 300 GB de informação. Para ter uma ideia, isso é cerca de 30 vezes a capacidade de um disco de DVD convencional.

Embora seja um método de gravação bastante promissor, ainda não há muito apoio da indústria no que diz respeito a popularizar este novo formato. Mais detalhes sobre esta tecnologia podem ser encontrados no artigo “O que é HVD?”.


Utilização da Nanotecnologia na gravação de dados.

Embora a tecnologia do HVD já pareça extremamente promissora se comparada ao padrão atual, os pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Swinburne foram além, surgindo com uma criação ainda mais futurista. Os australianos criaram um método de que grava dados em nada menos que cinco dimensões diferentes. Para isso, foram utilizadas nanopartículas de ouro, que aumentam exponencialmente a quantidade de dados que podem ser gravados em um disco, sem precisar as dimensões de sua superfície.

A chave para tornar esse método de gravação viável foi descobrir um material capaz de gravar informações extras que ao mesmo tempo em que fosse viável tecnologicamente, não representasse grandes custos adicionais se comparados à tecnologia atual. O material ideal encontrado foi o ouro, colocado em nanopartículas em forma de bastão na superfície dos discos.

A quarta e a quinta dimensão.


Além das três dimensões tradicionais, utilizando princípios da física os cientistas foram capazes de adicionar duas dimensões extras, uma baseada na dimensão espectral e outra na polarização da luz. O resultado é a possibilidade de gravar diversos dados diferentes em um mesmo ponto do disco, sem uma informação interfir na outra.

Os primeiros testes realizados demonstram que a capacidade mínima de armazenamento disponível é de 1,6 Terabytes, semelhante à capacidade total dos discos que utilizam a tecnologia HVD. Porém, teoricamente a técnica pode ser utilizada para atingir capacidade de 10 Terabytes ou mais, pouco mais de seis vezes a capacidade dos discos que utilizam somente três dimensões de gravação. Ou seja, teoricamente será possível carregar em um simples disco cerca de 2000 filmes em DVD.


Quando estará disponível?

Ainda há uma série de desafios que devem ser vencidos para que a tecnologia possa ser utilizada em um nível comercial. O principal deles é a velocidade de gravação, que ainda se mostra extremamente lenta quando comparadas aos demais métodos disponíveis. Assim como os discos convencionais, a gravação é feita bit por bit, o que possibilita mais segurança ao custo da lentidão.

Porém, a opção por utilizar este método pode representar uma vantagem em relação ao HVD. Enquanto a técnica holográfica utilizada uma forma de gravação bastante complexa, em que é muito fácil perder todos os dados gravados, os discos de cinco dimensões são bastante semelhantes aos DVDs atuais, facilitando a sua fabricação em escala industrial. A gigante coreana Samsung já se interessou pela ideia, e está trabalhando com o time de cientistas para desenvolver um drive de leitura específico para a tecnologia.

A previsão inicial é que em cinco anos já existirão dispositivos compatíveis com a tecnologia, que possui pretensões de tomar o lugar do Blu-ray como melhor opção para armazenar dados. Porém, como tudo que é novo, não espere que os discos óticos de cinco dimensões causem um grande impacto num primeiro momento.

Os custos iniciais dos aparelhos de gravação e leitura serão incrivelmente altos, e será necessário um bom tempo até que surjam aparelhos com preços compatíveis com a realidade da maioria das pessoas. Basta observar a realidade atual, em que aparelhos de DVD ainda são muito mais populares que os leitores de vídeos em Blu-ray, apesar da evidente superioridade deste formato. É claro, este cenário tende a se inverter em alguns anos, mas até lá provavelmente já estarão disponíveis novas tecnologias ainda mais futuristas (e caras).

Android Honeycomb pode ser lançado oficialmente em março


De acordo com o blog Geeky Gadgets, o Android 3.0 Honeycomb — versão do sistema da Google otimizada para tablets — já tem data de lançamento: março de 2011. Antes disso, o sistema deve ser exibido na apresentação do Motorola XOOM, em janeiro, durante a CES 2011.

No começo de dezembro, o Honeycomb foi mostrado durante o evento Dive into Mobile em um protótipo da Motorola. O sistema funcionou muito bem, com melhor aproveitamento do espaço e multitarefas através da fragmentação de aplicativos.

A novidade deixou os entusiastas da tecnologia bastante ansiosos, e desde então se busca informações a respeito do lançamento oficial. A Google, por sua vez, não se manifesta oficialmente. Extraoficialmente, a empresa teria propostas de pelo menos cinco empresas para utilização do Honeycomb.






Uma dica do lançamento oficial do sistema foi obtida pelo DigiTimes. De acordo com o site, a MSI prepara o lançamento de um tablet com Tegra 2 para abril ou maio, logo após o anúncio oficial do Honeycomb.


2015 pode ser o fim do cabo VGA.

Uma reunião com algumas empresas como Dell, AMD, Intel, Lenovo Samsung e LG, teve como objetivo extinguir o famoso cabo/porta VGA da face da Terra no ano 2015, onde elas eliminarão o suporte a esta tecnologia, que já tem 23 anos de vida, por completo de seus produtos.

Os argumentos foram – além da clara idade avançada – a maior eficiência energética e suporte a maior resolução dos cabos HDMI e DisplayPort, além de ter um tamanho reduzido também. A AMD já pensa em retirar o VGA já em 2013, além de retirar o DVI-I também de seus produtos. Pessoalmente eu prefiro a porta HDMI, não por ser anti-Apple, mas por já ser um padrão da alta definição, além de um plug um pouco menor.

E vocês? Qual cabo acham o melhor substituto do VGA?


Poco Pro: conheça a menor câmera digital do mundo

Lançamento da Iain Sinclair possui tamanho semelhante ao de um cartão de crédito e consegue gravar vídeos em 1080p.


Ontem, dia 22 de dezembro, a Iain Sinclair revelou aquela que pode ser considerada a menor câmera digital já fabricada. Com tamanho semelhante ao de um cartão de crédito, a Poco Pro surpreende pela resolução máxima de 14 Megapixels e o suporte à gravação de vídeos em 1080p.


Segundo a fabricante, a câmera é ideal para quem procura uma opção compacta e com grande sensibilidade à luz. Entre os recursos disponíveis está o foco automático ultrarrápido, função Super Macro (para captura de detalhes próximos), estabilização de imagens e reconhecimento facial.

Além disso, o aparelho inclui alguns controles típicos de equipamentos DSLR, como o controle manual de foco e o ajuste da abertura da lente. Para garantir a luminosidade das imagens, a Poco Pro vem equipada com dois flash de LED.




Para poupar espaço, a Iain Sinclair optou pela utilização de uma tela AMOLED de 2,4 polegadas sensível ao toque. A recarga do aparelho é feita através de um cabo USB conectado a um computador, enquanto o armazenamento dos dados é feito em cartões Micro SD com até 32 GB de capacidade.

A Poco Pro também é capaz de realizar a gravação e reprodução de vídeos e músicas. Para isso, conta com dois microfones laterais e entradas de 3,5 mm para fones de ouvido. Tudo em um corpo compacto feito totalmente em alumínio com texturas que trazem mais segurança na hora de segurar o equipamento – o peso total é de apenas 65 gramas.

O lançamento da câmera está programado para junho de 2011, com preço sugerido de US$ 300. Não há nenhuma previsão de que o aparelho tenha lançamento oficial no Brasil, obrigando os interessados em sua compra a recorrer à importação.

Matéria cedida por: Baixaki

Notas com transistores para acabar de vez com a falsificação

Pesquisadores aplicam circuitos em notas cuja autenticidade é confirmada por leitores.

Pesquisadores alemães e japoneses descobriram uma maneira de aplicar circuitos eletrônicos em notas de dinheiro como medida contra a falsificação, tornando-a definitivamente impossível.



Os pesquisadores aplicaram uma mistura de ouro, óxido de alumínio e moléculas orgânicas nas notas através de uma máscara, criando assim os circuitos camada a camada. Eles conseguiram criar uma nota com 100 transistores, cada um com menos de 250 nanômetros de largura, sem danificar a nota com químicos ou altas temperaturas.

Esse circuito serve para que um leitor externo faça a leitura dos dados e confirme a autenticidade da nota com o sistema RFID, o mesmo utilizado para cartões de metrô, por exemplo. Isso significa que, em breve, celulares também podem ser utilizados para essa confirmação.

Os circuitos nas notas têm energia o suficiente para executar pequenas operações, e aí entra a criatividade de quem aplica tecnologia.

Além de confirmar a autenticidade de uma nota, os circuitos podem ser utilizados para contagem de dinheiro rastreamento e até mesmo como auxílio para deficientes visuais.

Notas de diferentes lugares no mundo têm seus métodos contra a falsificação, como hologramas, tintas especiais, alto-relevo, marcas-d’água etc. Mesmo assim, os índices de falsificação ainda são grandes. No Estados Unidos, no ano 2000, mais de US$ 120 milhões de dólares falsos circularam pelas ruas, de acordo com o site Fast Company.

Segundo o site NewScientist, a tecnologia foi testada em dólares americanos, francos suíços, ienes e euros.

Matéria cedida por: Baixaki

28 de dez. de 2010

O que é HVD?

Os discos holográficos vão revolucionar o armazenamento de dados como conhecemos.


A evolução dos discos removíveis é impressionante, imagine que em pouco tempo o DVD, que desbancou o CD, já está sendo passado para trás pelo Blu Ray e pelo falecido HD-DVD. E acredite, estes últimos devem ser os últimos representantes dos discos de dados como conhecemos, a nova geração será capaz de ler e gravar dados holograficamente. Já não se trata mais de alguns gibagytes, mas sim de até 3,9 TeraBytes e a uma velocidade espantosa de 1 GB/s. Conheça o HVD (Holographic Versatile Disc) e seja bem vindo à nova geração de discos holográficos!

Dados Tridimensionais

Já faz algumas décadas que a tecnologia da gravação de dados holográficos é conhecida pela ciência, mas uma série de fatores fazem com que ela se torne inviável para fins comerciais. No entanto, algumas empresas vêm apostando no desenvolvimento desta tecnologia, visando a sua implementação no mercado dentro de pouco tempo.

O sistema HVD utiliza dois feixes ópticos para criar os dados tridimensionalmente. Alinhar estes feixes em um custo viável comercialmente foi o primeiro grande desafio. Finalmente encontrar um equilíbrio entre a alta tensão utilizada nos lasers e um material compatível para o disco colocou mais algumas pedras no caminho desta nova tecnologia. Contudo, ela finalmente estará ao alcance de todos em alguns anos e promete revolucionar os discos que conhecemos atualmente.


Hologramas no Lugar de Pontos

Todos os discos comuns da atualidade, CDs, DVDs e Blu Rays utilizam o método de gravação linear de dados através de um único feixe óptico. O que muda basicamente entre eles é o aproveitamento de espaço na superfície do disco, mas em todos eles cada ponto do disco registra um único bit de informação. Em outras palavras, cada pulso do feixe óptico imprime apenas um “sim” ou um “não”.

Agora compare uma imagem holográfica com um único ponto, qual deles carrega mais informação? De maneira similar, um HVD é capaz de imprimir até 60.000 bits de informação em um único pulso luminoso. Nas dimensões de um disco convencional, isto resulta em pelo menos 300 GB de informação ou 30 vezes o tamanho de um DVD simples e uma velocidade de leitura assustadora

Como Isto é Possível?


Graças ao sistema composto por dois feixes luminosos, o HVD é capaz de imprimir dados tridimensionalmente em um disco. Ao invés de gravar as informações em uma camada muito fina do disco, o novo sistema aproveita quase toda a espessura dele para armazenar os dados.

Enquanto um dos feixes é responsável pela localização pontual dos dados no espaço do disco, similar aos discos convencionais, um segundo feixe inclinado é responsável em produzir uma imagem holográfica. A interferência luminosa destes dois feixes é armazenada em um material sensível à luz presente no disco.

Durante a leitura do HVD o feixe de referência é incidido em cada uma das imagens holográficas e sofrem a interferência do padrão luminoso armazenado. Este feixe é refratado de volta ao leitor e traz consigo as informações de cada holograma registrado.

O Resultado

É bastante óbvio que a verdadeira revolução dos vídeos em alta definição está por conta do HVD, os demais discos são apenas aperfeiçoamentos de tudo que já existe. Se o mínimo que um disco destes é capaz de armazenar são 300 GB, com um aproveitamento de espaço maior, a sua capacidade pode a incríveis 3,9 TB com velocidade de leitura de 1GB/s.

Imagine todas as imagens registradas por satélite em alta definição da superfície do planeta, assim com as do Google Earth. Todas elas poderiam ser armazenadas em apenas 2 discos desta capacidade. Em matéria de filmes, um único disco destes pode armazenar até 11.900 horas de vídeo em uma qualidade equivalente a dos DVDs atuais, isto dá quase um ano e meio de filme.



O DVD já está bastante difundido no mercado, o HD-DVD foi um atentativa que não deu certo e o Blu Ray ainda é recentes, mas o HVD ainda está em fase de aprimoramento. Tudo isso altera o padrão de custos do produto, mas como você pode notar, o valor inicial desta nova tecnologia não será exatamente um cartão de boas vindas. Seu preço tende a cair com a popularização do produto, estima-se que em breve ele estará tão presente quando o DVD é atualmente.

Estuda-se a possibilidade de implementar a tecnologia holográfica de armazenamento de dados em discos rígidos e memórias flash, expandindo assim os computadores para uma nova dimensão. Seja como for, o HVD é uma realidade que promete estar disponível ao público dentro de dois anos.

Matéria cedida por: Baixaki

O que é nanotecnologia?

Ela está presente onde você menos imagina e graças a ela existem os computadores atuais. Saiba mais sobre esta tecnologia avançada.


Hoje iremos falar de uma tecnologia que já faz parte da vida das pessoas há muito tempo: a nanotecnologia. Ela está presente em muitos componentes eletrônicos, desde computadores até aparelhos da medicina e outros tantos itens que possuem alta tecnologia. Se você ainda não conhece sobre esta tecnologia, talvez este artigo possa lhe esclarecer muito. Já para quem sabe a respeito da nanotecnologia, alguma coisa ainda pode ser novidade em nosso artigo.

O que é um nanômetro?

Na verdade, um nanômetro é uma medida como outra qualquer. Assim como você já deve conhecer o centímetro, o metro e o quilômetro, agora está na hora de ser apresentado ao nanômetro. Explicar com palavras o que é um nanômetro é simples, basta dizer que ele equivale a um bilionésimo de metro, mas isso não explica realmente o que é o nanômetro. Por isso, elaboramos uma imagem que dá uma ideia do quão pequeno é o nanômetro, confira.




Imagine se pudéssemos aumentar medidas numa mesma proporção. Ao aumentar o nanômetro ele deveria ficar com o tamanho de uma bola de futebol. Em compensação, uma moeda de 1 centavo (que mede aproximadamente 1,7cm) seria maior do que a Lua. Ou seja, a relação entre um nanômetro e uma moeda de 1,2 cm, seria o mesmo que comparar uma bola de futebol com a Lua. Fantástico, não é mesmo?

Através desta comparação, fica bem claro o porquê da alta complexidade ao se trabalhar na escala de nanômetros. Essa tecnologia só existe em laboratórios e indústrias com equipamentos de alta precisão, afinal, são necessárias máquinas muito precisas para trabalhar com componentes tão pequenos, os quais são invisíveis aos nossos olhos.

Por que nanotecnologia?

Como é possível visualizar, o nanômetro não é uma partícula ou um componente da eletrônica, mas é apenas uma mera forma de medida. O nome nanotecnologia foi escolhido em decorrência do pequeno tamanho de vários itens utilizados para a construção de componentes inteligentes e de alta tecnologia. O nome nanotecnologia já foi citado há muito tempo atrás, quando os cientistas ainda estavam sonhando com algo de um tamanho tão minúsculo.

O termo “nanotecnologia” foi criado e definido pela Universidade Científica de Tóquio, no ano de 1974. Entre 1980 e 1990 muitas outras teorias foram elaboradas em cima da definição básica criada por um professor da Universidade de Tóquio. Finalmente, no ano de 2000 a nanotecnologia começou a ser desenvolvida em laboratórios e as pesquisas em cima desta tecnologia aumentaram significativamente, tanto que hoje ela é o centro das atenções em várias áreas da Ciência.

Como começou a nanotecnologia?

A primeira vez em que se falou em nanotecnologia já faz muito tempo. Um físico chamado Richard Feynman comentou em Dezembro de 1959 sobre um breve conceito desta tecnologia. Ele comentou a respeito do poder de manipulação de átomos e moléculas, algo que resultaria em componentes tão pequenos, que o homem nem poderia ver.

Onde é aplicada esta tecnologia?


Bem, a nanotecnologia é aplicada em mais de 800 produtos atualmente, contudo, vamos nos ater apenas aos que mais interessam. Como somos um site de tecnologia, não poderíamos deixar de falar do principal componente onde a nanotecnologia é utilizada: o computador. Os processadores de computador são, provavelmente, os componentes eletrônicos que mais se utilizam da nanotecnologia. No atual mercado encontram-se processadores de 45nm, os quais possuem uma tecnologia muito avançada para poder trabalhar em alta velocidade. Evidentemente, o processador não tem dimensões em nanômetros, mas as peças dentro dele são desta escala minúscula.


Além dos processadores, as placas de vídeo têm vários componentes nanoscópicos. Tanto NVIDIA como ATI possuem processadores gráficos (os famosos GPUs) elaborados com tecnologia nano. Vale frisar que cada novo modelo que sai, os GPUs ficam mais poderosos e ao mesmo tempo, tendem a utilizar uma tecnologia nano em menor escala. Algumas placas utilizam nanotecnologia de 90nm, já as placas mais modernas utilizam 55nm ou até menos.



Os vídeos games possuem tantos componentes internos, e tudo cabe em um espaço tão pequeno, que provavelmente se não fosse utilizada a nanotecnologia em vários desses componentes, eles seriam caixas enormes e pesadas. Graças aos componentes nanotecnológicos, os vídeo games tornaram-se incríveis e são verdadeiras plataformas de entretenimento.


A nanotecnologia continuará existindo?

Sem dúvida alguma esta tecnologia não deve desaparecer com facilidade, afinal, ela ainda não foi totalmente explorada. O Baixaki já divulgou inclusive dois artigos sobre futuros componentes que serão criados com nanotecnologia e que devem revolucionar a informática e a eletrônica.

Um dos artigos falava sobre o Memristor, o novo componente da eletrônica que deve utilizar a tecnologia para modificar totalmente o sistema de armazenamento e de memória dos computadores.

O segundo artigo mostrou o novo processador que a Intel está desenvolvendo, o qual deve trabalhar na escala de 22nm. Este novo processador ainda é apenas um projeto e está sendo desenvolvido aos poucos nos laboratórios da maior empresa de processadores do mundo. O novo CPU deve trazer 32 núcleos, um exagero no momento, mas certamente algo que será muito útil no futuro.

Em quais outras áreas a nanotecnologia pode ser útil?

Evidentemente, esta tecnologia não foi criada somente para ajudar na informática, mas para revolucionar de maneira geral em qualquer área onde fosse necessário. Atualmente, pode-se relatar a aplicação da nanotecnologia na Medicina, na Química, na Física quântica, nas indústrias que criam protótipos aeroespaciais, refinarias e muitas tantas outras áreas.

Na medicina, por exemplo, temos como exemplo aparelhos para diagnosticar determinadas doenças, as quais não podem ser detectadas apenas com base em sintomas e exames comuns. Além disso, a nanotecnologia é muito utilizada para criar remédios, afinal, trabalhar com componentes químicos de tamanho tão pequeno, exige uma tecnologia minúscula o suficiente.

Este artigo foi apenas uma introdução a nanotecnologia, pois caso fôssemos abordar o assunto com detalhes e explicações complexas, não caberia tudo em apenas uma página. Você já conhecia a nanotecnologia? Ficou maravilhado em saber sobre sua existência nos computadores? Comente a respeito, sua opinião é importante.

Matéria cedida por: Baixaki

Kindle 3 é o maior sucesso da Amazon.

Uma estratégia agressiva pela Amazon da Inglaterra colocou a terceira geração do Kindle no topo dos produtos mais vendidos. Além disso, este valor (de £109, que dá por volta de R$ 283,39) colocou ele fora de cogitação na hora de escolher entre um tablet e um Kindle para ler qualquer coisa. Jeff Bezos, CEO e fundador da loja diz que as pessoas que compram um Kindle geralmente já tem um talbet qualquer.

Ainda segundo Bezos, o tablet é usado para games, música, vídeos, entrar na internet, mas o espaço do livro eletrônico está reservado em um aparelho como o Kindle. O que você pensa? Vale um iPad, Galaxy Tab ou qualquer tablet para a leitura ou um Kindle é mais adequado para tal?

Impostos baixos para produtos de informática até 2015.

O Ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, bateu o martelo e decidiu empurrar o fim da Resolução 93 para o último dia de 2015. Esta Resolução é a responsável pela redução de impostos de importação para produtos importados, mas apenas para os que se classificam como de informática e telecomunicações.

Vale lembrar que estes produtos só recebem o benefício quando não produzidos no Brasil, ou seja, dê uma boa pesquisada antes de resolver sair pra fora do país trazendo a sacola cheia. Alguns destes produtos são LEDs, antenas para celulares e impressoras que consigam imprimir com velocidade igual ou superior a 30 páginas por minuto.

Num país como o Brasil, com alíquotas estratosféricas, era esperado a redução de outros impostos, não a manutenção de um já existente.


Máquina para mapeamento do genoma traz dock para iPod

Usuários podem verificar o status do sequenciamento do DNA usando um iPhone ou iPod Touch.


Os estudos para desmistificar o DNA humano ganharam mais um aliado. Trata-se do Ion Personal Genome Machine, um produto que visa “fotografar” o genoma e facilitar as pesquisas do ramo. A máquina é a primeira a captar sinais vitais e transformá-los em informações digitais.

A empresa Life Technologies é responsável pelo produto, que por incrível que pareça, traz um dock para iPod. O design e construção da Ion Pesonal Genome Machine foram ideias da Ion Torrent, unidade de negócios da Life Technologies. Segundo documento oficial, esta máquina vai alavancar as pesquisas e possibilitar uma economia significativa nos estudos.

"A facilidade de apontar e pressionar um botão para fotografar com as câmeras digitais abriu o mundo da fotografia para todos, porque tudo é muito fácil, rápido e barato. Assim, todos viram resultados imediatos e muitos se tornaram melhores fotógrafos," disse o Dr. Jonathan M. Rothberg, fundador da Ion Torrent.

"E é exatamente isso que a Ion [Pesonal Genome Machine] vai fazer pelo DNA. O sequenciador Ion PGM mostra resultados em apenas duas horas, o que torna a atividade acessível e fácil, de modo que os pesquisadores podem fazer decisões em pouco tempo e publicá-las com mais agilidade," completa Rothberg.

O dock para iPod vai auxiliar justamente neste aspecto. Não há detalhes sobre a reprodução de músicas, mas a informação revelada é de que um iPhone ou iPod Touch poderá ser usado para que o pesquisador verifique o status do sequenciamento do DNA com mais facilidade. Para incentivar as pesquisas, a Life Technologies promoverá um concurso que concederá um prêmio de 7 milhões de dólares.

Matéria cedida por: Baixaki

Mouse touchscreen para homens .

O modelo conceitual possui tela touchscreen de OLED no lugar de botões e funções personalizáveis.


O designer Nitin Mane desenvolveu um periférico conhecido como “Mouse for Men” (mouse para homens) para o concurso LG Cube Competition 2010. Ao invés de botões, o modelo apresenta uma tela touchscreen de OLED sensível a diferentes pressões recobrindo a superfície externa do aparelho.

Além de possuir diversas funcionalidades pré-definidos, o usuário seria capaz de personalizar e configurar a função de seus botões conforme suas necessidades. O conceito também possui um sensor de calor capaz de alertar ao usuário de que ele está trabalhando continuamente por muito tempo.

O aparelho seria wireless e contaria com indicador de carga, sendo a parte traseira destacável o alimentador da bateria. Embora não apresente nada que impeça as mulheres de utilizá-lo, o designer indiano afirma que o Mouse for Men satisfaz as necessidades de espaço e conforto do homem moderno.

Ele odiava spams: ficou rico por isso

Daniel Balsam era apenas um usuário que odiava mensagens de spam. Hoje ele ganha a vida processando empresas que enviam estas mensagens.



Daniel Balsam trabalhava com marketing e sua caixa de entrada de emails era tomada por spams. Ao contrário do que todos fazem, ele não apenas deletou as propagandas, mas foi além e largou o emprego para estudar Direito e saber como processar todas aquelas empresas.

Hoje ele ganha a vida processando as empresas que enviam mensagens para caixas de email não cadastradas voluntariamente, o que é caracterizado como propaganda ilegal, segundo as leis do estado da Califórnia (onde ele atua). Deste modo, Balsam já ganhou mais de 1 milhão de dólares, num total de 42 ações vencidas (e contando).

No site DanHatesSpam, ele coloca todos os seus processos e também explica as causas que o levaram a ter tanto ódio sobre os spammers. Uma das principais causas apontadas por Balsam é o número de mensagens enviadas diariamente em todo o mundo: 200 bilhões de mensagens, totalizando quase 90% de todos os emails que circulam no planeta.

Matéria cedida por: Baixaki

Levantamento de peso para celulares: Nokia N8 é o vencedor

Engenheiros chineses criaram um complexo sistema de engrenagens para provar que um celular pode erguer uma geladeira.



Com engrenagens e roldanas, engenheiros chineses criaram um sistema para provar que é possível erguer peso utilizando o motor vibratório de um celular. Para isso, deixaram um Nokia N8 pronto para vibrar numa superfície que gera força sobre o sistema de engrenagens e realiza o trabalho de erguer os pesos definidos.

Neste caso, o peso é uma geladeira com 60 Kg de massa. É a primeira vez que temos notícias de um aparelho celular que tenha sido usado para erguer pesos. Será que em breve teremos competições de halterofilismo com smartphones e seus potentes motores vibratórios?

F1, F2, F3... Para que servem as teclas F?

Elas sempre estiveram ali, no seu teclado. Algumas delas nós até já conhecemos. Mas para que servem os outros tantos Fs? Por que nossos computadores contam com 12 teclas de funções?

Os Fs nos acompanham há pelo menos 2 anos. Os teclados de padrão QWERTY têm, além dos números, acentuações e teclas auxiliares, as teclas de funções. Mas não é todo mundo que conhece as possibilidades existentes nos tais Fs. Não é difícil ver alguém se perguntando “para que servem essas teclas na parte de cima do meu teclado?”. A resposta é muito simples e fácil de entender.

Os botões de função, como o nome já diz, executam papéis específicos dentro de programas e sistemas diferentes. Se você está operando o Windows, observe que o botão F1 costuma ativar a janela de ajuda, sempre que ela for necessária. A combinação Alt + F4 também tem uma ação singular: fechar janelas ativas. No Word, selecionar palavras e depois pressionar Shift + F3 resulta em alterar a caixa dos caracteres.





As funções variam de acordo com o software ativo em um determinado momento. Ainda assim, você pode utilizar ferramentas específicas para manter suas teclas funcionais sempre ativas. Ou seja, existem programas que permanecem ativos para que as teclas sejam usadas sem problemas.


Enquanto você estiver no seu desktop ou dentro de alguma pasta e um arquivo estiver selecionado, use a tecla F2 para renomeá-lo. Já o F3 pode ser de extrema serventia aos que costumam se perder com muita facilidade no Windows. Ao pressionar este botão, você abre a janela de busca por arquivos. Assim, basta digitar o nome daquilo que você está procurando e voilà – ali está o arquivo!

Ainda assim, nem todo teclado obedece ao mesmo padrão quando se trata de execução de funções de teclas. Por isso, é preciso saber de alguns detalhes.

Teclados reduzidos

Os teclados de notebooks menores de 15 polegadas costumam ser diferentes. Justamente por ocuparem menos espaço no corpo do computador, os teclados recebem teclas de funções duplas – às vezes até triplas, dependendo do caso. Fica fácil observar esse tipo de disposição quando se tem a tecla “Fn” em meio às outras.

Muita gente também pergunta para que serve aquele “Fn” em azul, perdido ali no teclado. A verdade é que a utilidade desta tecla é bastante aparente. Basta observar se existe algum outro símbolo em azul, ou qualquer cor destacada. Combine-a com a tecla “Fn” para fazer com que aquela função específica seja ativada.

Agora que você já sabe disso, por que não experimenta utilizar algumas dessas funções? Boa parte delas está ligada ao controle de volume, brilho e contraste do seu notebook. Por isso, é bom ter mente que uma boa configuração vai exigir o conhecimento e o domínio de exploração do seu teclado.

De maneira geral, independente de se tratar de um teclado QWERTY comum ou modelos reduzidos, as funções são bastante parecidas. Veja a relação de algumas delas abaixo:

•F1 – Abre a janela de ajuda;
•F2 – Dependendo do contexto, renomeia arquivos e inicia jogos;
•F3 – Abre a janela de busca;
•Shift + F3 – Altera o padrão dos caracteres selecionados no Word;
•F4 – Funciona como uma barra de endereços no Internet Explorer;
•F5 – Atualiza páginas na maioria dos navegadores;
•F6 – Seleciona a barra de endereço do Mozilla Firefox;
•F7 – Aciona a correção no Word;
•F8 – Acessa o Modo de Segurança enquanto seu computador está na fase de boot;
•F9 – Não há função especificada nativamente;
•F10 – Alternativa para a tecla Alt em alguns programas;
•F11 – Aumenta a área ocupada pelo seu navegador;
•F12 – Não há função especificada nativamente.


iMacs, MacBooks e MacTeclas

Não acredite em quem diz que os primeiros dias em um computador da Apple são os mais fáceis da sua vida. Apesar de ter um desempenho magnífico, o padrão de teclados da maça de Steve Jobs pode dar um pouco de dor de cabeça a quem ainda não se acostumou com o padrão.


Como você já deve estar imaginando, os teclados Apple têm teclas diferentes e, com isso, combinações totalmente diferentes. Por exemplo: não há o “Ctrl” como conhecemos no Windows.

Em vez dele, há o CMD, ou “Command”. Mas isso não significa que não haja a função neste teclado: acontece que algumas funções são divididas com o Alt.

Dependendo do idioma no qual o seu teclado está, é o Alt quem determina acentuações e outras características em vez do Shift. Porém, a confusão fica grande quando é hora de usar as funções. Os botões F dos teclados Apple têm algo muito interessante. Ao contrário do Windows, você vai usar bastante a tecla Fn do seu MacBook ou iMac.

Isso porque o computador depende dela para controlar brilho, volume de som e funções importantes como o foco em janelas ativas e visualização simultânea de janelas aparecem na sua tela. Veja a lista abaixo de como usar a teclas F no seu Mac:

•Control + F1 – Alterna o acesso total do teclado;
•Control + F2 – Altera o foco para a barra de menu;
•Control + F3 – Altera o foco para a Dock;
•Control + F4 – Vai para a próxima janela ativa;
•Shift + Control + F4 – Volta para a janela ativa anterior;
•F9 – Abre a tela de visualização de janelas simultâneas;
•F11 – Esconde ou abre todas as janelas;
•F12 – Exibe o Dashboard.
Gerenciando atalhos

Assim como os atalhos de teclado, você pode adicionar outros tipos de caminhos reduzidos aos programas que deseja executar. Um bom exemplo disso é o Launchy.

O programa, depois de instalado, garante uma pequena janela para digitação de um software específico. Outro que ajuda muito a organizar seus atalhos é o 8Start Launch. Agora, um que é capaz de transformar todo o seu teclado em uma grande sequência de teclas de função é o Qliner Hotkeys.

Mas se o assunto é utilizar algo mais eficiente que o Menu iniciar do seu Windows, o RunMe ganha de goleada nessa disputa. O programa oferece uma interface ainda mais amigável e permite que você personalize as pastas e adicione novos itens da maneira que achar mais confortável e simples de usar.



Tudo o que você precisa fazer é instalar o programa e designar uma tecla para cada um dos programas ou ações que você deseja executar no seu computador. O RocketDock também é uma alternativa de organização e atalhos que pode ajudar bastante quem pretende transformar o teclado em uma “estação de lançamento”.

Agora que você já conhece alguns dos principais atalhos de teclado, tanto no Windows, quanto no Mac, é hora de testar suas habilidades. Coloque as mãos na massa e ganhe tempo.

O Chrome OS pode morrer na praia?

Listamos os motivos pelos quais a primeira tentativa da Google no campo dos sistemas operacionais pode falhar.


No campo da tecnologia, poucas empresas conseguem competir em eficiência e fama com a Google. Seja no campo de pesquisas, vídeos ou até mesmo navegação por meio de imagens captadas por satélites, poucas companhias podem se orgulhar de ser tão bem-sucedidas em campos tão diferentes entre si.

Porém, isso não significa que a Google não tenha seu histórico de derrotas. Exemplo disso é o Google Wave, ferramenta colaborativa que não atraiu muito a atenção e teve o suporte encerrado pela empresa. Até mesmo o famoso Orkut pode ser considerado como um tropeço na história da companhia – ao menos se comparado ao sucesso global alcançado pelo Facebook.

Baseado na ideia de que a maioria dos usuários está conectada o tempo todo à internet, o Chrome OS é um sistema operacional bastante diferente do usual. Mas será que toda a inovação do produto vai ser bem-sucedida ou os obstáculos existentes tornarão este mais um item para a lista de falhas da Google?

Reunimos neste artigo alguns dos motivos pelos quais o Chrome OS pode dar errado. Lembre-se de que todas as informações aqui contidas são baseadas nas informações liberadas pela Google, e o produto final pode trazer surpresas que não foram previstas.

Confiança excessiva na Nuvem


É inegável a comodidade que os aplicativos baseados na Nuvem trouxeram para o dia a dia. Ouvir músicas, editar textos e até mesmo modificar arquivos de áudio podem ser feitos de maneira fácil, sem ter que ocupar o disco rígido com nenhum arquivo. Isso não só facilita o acesso às produções em qualquer lugar, como permite o trabalho em máquinas menos poderosas.



Porém, confiar demais em aplicativos baseados na internet pode trazer riscos para a privacidade do usuário, como alertou o pai do GNU, Richard Stallman.Exemplo maior disso é a polêmica em torno do site Wikileaks, que mostrou que conteúdos não aprovados pelos governos mundiais não têm muita chance de se manter facilmente em um mundo online.

Utilizar um sistema operacional focado quase que exclusivamente em aplicativos baseados na internet significa fornecer cada vez mais dados confidencias a empresas. Em países como os Estados Unidos, isso significa abrir mão de certos direitos constitucionais, praticamente dando carta branca para que grandes corporações e o governo façam o que quiser com os dados fornecidos.

Armazenar informações na internet também pode ser um prato cheio para criminosos virtuais. Afinal, uma invasão em um serviço online compromete não só os dados de login dos usuários, mas todos os documentos lá armazenados, que podem incluir desde simples trabalhos escolares até relatórios confidenciais sobre empresas.

Dependência de boas conexões

Embora a maioria dos usuários que trabalham frequentemente com o computador esteja conectada o tempo todo, isso não significa necessariamente que todos tenham um sinal de qualidade. Especialmente no Brasil, em que a infraestrutura e os preços não permitem que todos tenham acesso a velocidades altas de conexão, isso pode significar problemas.

Imagine editar um texto completamente, e na hora de salvar o documento descobrir que essa ação não é possível? E tudo porque a conexão com a internet falhou, jogando fora horas de trabalho. Tudo bem, isso também acontece com editores de texto baseados no desktop, mas o que é mais comum: a internet sair do ar ou acontecer um apagão de luz? Lembrando que programas instalados geralmente têm recursos de recuperação automática.

Isso sem contar com a própria instabilidade dos servidores. Até mesmo empresas grandes como o Google já se depararam com períodos em que, devido a problemas técnicos, não era possível utilizar seus serviços. Isso pode significar não ter acesso a documentos importantes no horário de uma apresentação, situação que, além de desagradável, pode custar empregos.

Leis contra monopólio

Assim como a Microsoft teve problemas ao oferecer o Internet Explorer junto do Windows, a Google pode ter que enfrentar obstáculos judiciais em seu sistema operacional. A empresa leva a integração de seus produtos a limites nunca vistos antes – não só o sistema operacional é da empresa, como todos os demais serviços.

Isso já chama a atenção da União Europeia, que investiga a empresa pela promoção injusta de seus serviços. Caso a companhia seja forçada a oferecer acesso a ferramentas online dos competidores, o uso do Chrome OS vai se tornar mais bagunçado. O resultado vai ser um duro golpe na imagem do produto, atualmente um sinônimo de simplicidade e integração eficiente de recursos.

Android


Provavelmente o maior obstáculo enfrentado pelo Chrome OS seja um produto desenvolvido pela própria Google. O Android não só é uma plataforma popular para celulares como ganha cada vez mais espaço no mundo dos tablets. O resultado é uma transformação cada vez mais rápida do sistema operacional em uma solução eficiente também para uso em desktops.


Em um cenário assim, é pouco provável que os desenvolvedores abandonem os esforços empregados em um produto bem estabelecido para investir nos aplicativos baseados exclusivamente na Nuvem do Chrome OS. Isso sem contar que o Android possui uma ótima integração com todos os serviços da Google, situação que torna o novo sistema operacional redundante em muitos pontos.

Paul Bucheit, que tem em seu currículo a criação de produtos de sucesso como o Gmail, é um dos que não acredita no futuro do Chrome OS. Para ele, a novidade faria mais sentido como um complemento para o Android – que, segundo ele, deveria ser o foco único da empresa no desenvolvimento de um sistema operacional próprio. Segundo suas previsões, o novo produto será um fracasso, e deve sumir do mercado já em 2011.

Sua opinião

E você, o que acha do Google Chrome OS? O sistema operacional tem potencial ou vai ser mais uma ideia a morrer na praia? Deixe sua opinião em nossa seção de comentários.

Matéria cedida por: Baixaki

Como atualizar os drivers automaticamente.

Computadores são máquinas fantásticas, uma pena que não sejam perfeitas. Com a criação acelerada de novos componentes de hardware, é comum que os fabricantes desenvolvam softwares improvisados para o funcionamento dos dispositivos.

Alguns problemas básicos de incompatibilidade podem ocorrer, mas os programadores estão sempre criando novos drivers para que as placas operem da melhor forma possível. Infelizmente, ninguém tem tempo para ficar atualizando o PC todo dia. Aliás, não é mais preciso ficar vasculhando a web em busca de novos drivers, pois o Slim Drivers faz esta tarefa para você.

Automatizado

Ao iniciar o Slim Drivers pela primeira vez nota-se a funcionalidade aperfeiçoada do programa. A interface moderna guia o utilizador para que a atualização dos drivers seja realizada em poucos segundos. Infelizmente não há tradução para o português, contudo os botões e informações em tamanho grande facilitam a utilização do aplicativo.



Na tela inicial do programa é exibida a configuração básica do seu PC e um sumário sobre as atualizações que estão disponíveis (a informação sobre os updates disponíveis só aparece quando o usuário realiza a primeira varredura). Depois que o usuário decide baixar os novos drivers, o programa exibe uma tela com a lista dos dispositivos de hardware que receberão atualização.

Segurança e eficiência

O Slim Drivers parece um programa simples, ainda mais por estar em fase de testes, contudo os desenvolvedores incluíram diversos recursos para fornecer segurança ao utilizador. Ao efetuar qualquer modificação no PC, o programa oferece a possibilidade de criar um ponto de restauração, atividade muito importante para garantir a estabilidade do sistema.


É importante ressaltar que o Slim Drivers não instala as atualizações automaticamente, sendo necessário que o usuário conclua sozinho o guia de instalação. Após adicionar com sucesso o novo driver, o aplicativo requisitará a reinicialização do PC para a conclusão de uma atualização e início de outro download.

Se quiser baixar o software diretamente do fabricante, Clique Aqui.

27 de dez. de 2010

Para a IBM, em 2015 estaremos fazendo chamadas holográficas no celular

Pesquisa anual da empresa ouviu 3000 pesquisadores que fizeram suas previsões para os próximos cinco anos.

A respeito do futuro. Neste ano, a gigante dos computadores ouviu cerca de 3000 pessoas e entre as previsões dadas como mais prováveis de se tornarem realidade está a possibilidade de, até 2015, você receber chamadas holográficas no seu celular.



Na pesquisa, os entrevistados apontam as cinco ideias que eles pensam ser as mais plausíveis de acontecer nos próximos cinco anos. Neste ano, além da possibilidade de entrarmos no universo de Star Wars e vermos nossos amigos e parentes projetados em um holograma, os pesquisadores apontam que teremos baterias que se recarregam com ar – e podem durar cerca de dez vezes mais do que as baterias atuais -, programas de computador que podem evitar que você caia bem no meio de um engarrafamento, informações sobre o clima geradas por sensores e uma cidade que usa energia tirada do calor que sai dos computadores.


Algumas dessas previsões são feitas com base em pesquisas que já estão em desenvolvimento pela própria IBM. É o caso dos sensores para informações sobre o clima. No futuro, eles poderão ser instalados em carros, celulares e até na carteira e irão transmitir informações importantes sobre o meio-ambiente para cientistas.


Outras, como todo exercício de futurologia, podem simplesmente não se cumprir, ou demorar muito mais do que o previsto para se tornar realidade.


Em 2006, por exemplo, a mesma pesquisa da IBM revelou que pesquisadores apontavam a tradução instantânea de voz e texto para outras línguas seria uma realidade muito em breve. Esse cenário não se cumpriu.


Por outro lado, em 2007, pesquisadores disseram que os celulares iriam evoluir a ponto de se tornarem um meio de pagar contas, comprar ingressos e ajudar consumidores na hora das compras. Com os smartphones e seus aplicativos cada vez mais evoluídos essa realidade está cada vez mais próxima.

Facebook é acessado por 81% dos jovens da geração Y


Você acessa o Facebook todos os dias? Se não, você faz parte de apenas 19% da população. Claro, de acordo com o instituto de pesquisas L2 Think, que lançou um novo relatório dizendo que 81% da geração Y (pessoas nascidas entre 1980 e 2000) usam o Facebook diariamente.
Para fazer esse estudo, foram usados 535 pessoas com idade média de 27 anos em 41 países. O site de relacionamentos foi campeão em acessos. Já blogs e sites de noticiários caíram para 45% apenas, em relação ao uso diário. Fora isso, a TV conta apenas com 44% da audiência da geração Y.

Os dados mostram também que 42% dos jovens gostam de assistir programas de TV pela internet. Tipo curtir um episódio de algum seriado ou assistir aquele “Jô Soares” que você perdeu no Youtube. E outros 27% assistem filmes online.

Será que a TV, assim como o papel impresso, tende a acabar, ou ao menos se reformular um dia?


Microsoft declara concorrência ao Steam com a Games for Windows Marketplace

A nova loja virtual de jogos da Microsoft promete trazer vários títulos e promoções.



A Microsoft quer se tornar concorrente do maior serviço de venda de jogos online, o Steam. Com o nome de Games For Windows Marketplace, a intenção é a mesma: criar uma loja virtual para os jogadores terem acesso fácil e prático aos games à venda.



Um novo local para comprar jogos

O acesso à loja virtual da Microsoft é online e totalmente baseada no navegador, para que todos possam acessá-la sempre que quiserem, de qualquer lugar. Com uma conta do Xbox, Zune ou Windows ID você pode se juntar ao Marketplace e à comunidade de jogadores.

A loja terá suporte aos Microsoft Points, assim como aos cartões de crédito. Também deve ter uma otimização nos servidores para que a velocidade dos downloads seja a melhor possível. A praticidade também é privilegiada no serviço, para que os jogadores possam comprar com poucos cliques.

A busca será fácil e rápida, com filtros por gênero e títulos para os jogadores encontrarem o conteúdo facilmente. Também é possível ficar de olho para títulos novos de distribuidores que fizerem parte do serviço.

Diversos títulos disponíveis

Assim que for lançado, o serviço já contará com 100 grandes títulos. O local deve colocar à venda diversos games de grandes empresas, como Microsoft Game Studios, 2K Games, Capcom, Rockstar, Warner Brothers, Square Enix e diversas outras. Além da quantidade enorme de jogos à disposição com bons preços, uma oferta semanal ("Deal of the Week") deve dar as caras para os jogadores aproveitarem.

Diversos jogos foram citados como disponíveis na loja no press release da Microsoft: "Fable: The Lost Chapters", "Grand Theft Auto III", "Lego Universe", "CarneyVale", "Dead Rising 2", "Lost Planet 2", "Max Payne", "Deus Ex", "Flight Simulator", "Gears of War", "Halo", "Zoo Tycoon", "Fable III", "Age of Empires Online" e "Microsoft Flight".



O lançamento do Games For Windows Marketplace será ainda neste ano, no dia 15 de novembro. Ainda não há nenhum detalhe sobre a disponibilidade no Brasil. Você pretende fazer compras na nova loja da Microsoft?

Matéria cedida por: Baixaki

Steve Jobs é eleito como personalidade do ano pelo jornal Financial Times


Steve Jobs passou por cima de Mark Zuckerberg e Julian Assange e assumiu o posto da personalidade do ano. Isso, de acordo com o jornal britânico “Financial Times”.
o executivo-chefe e fundador da Apple teve um grande impulso no seu nome para ser considero “o cara do ano” pelo lançamento da nova plataforma da empresa, o iPad. Ele foi definido como uma personalidade perfeccionista, visionário e que consegue criar uma atmosfera única pra a venda dos seus produtos.

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, foi eleito como personalidade do ano de 2010 pela revista Time. Já o jornal francês Le Monde optou por dar esse título ao criador do site WikiLeaks, Julian Assange.


Microsoft quer trazer os PCs de volta ao mundo dos games com o Windows 8

Algumas pistas indicam que os computadores devem entrar no mercado novamente.


De acordo com o site de notícias TechRadar, a Microsoft esteve relutante nos últimos anos em aceitar o computador como uma das mais importantes plataformas de jogos, ainda que o crescimento dos MMOs, dos FPSs e dos jogos de estratégia em tempo real tenham-no consolidado como tal.



Ainda segundo o site, o lançamento do mercado online Games for Windows foi um indício da mudança desta orientação, junto com a contratação de Rahul Sood, o fundador da marca de computadores Vodoo PC.

O anúncio de um novo Age of Empires, do game Fable 3 e de uma versão atualizada do Flight Simulator devem esquentar o mercado. O Windows 8 e os novos lançamentos deverão jogar a Microsoft na briga por espaço contra o já consolidado Steam.

Matéria cedida por: Baixaki